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Dr. César Nunes

Tema:  A reorganização da Escola e do Espaço Pedagógico diante dos novos direitos civis e dos novos sujeitos sociais: Humanização e Cidadania.

 

Sinopse: O PNE (Plano Nacional de Educação), definido como a Lei 13.005/2014, produziu uma agenda e uma pauta para Educação Brasileira, projetada para uma década, com metas e estratégias claras e propositivas. Os pressupostos desta nova organização jurídica e curricular brasileira são articulados aos conceitos de “humanização“ e de “cidadania”. Trata-se de reconhecer a escola como um direito subjetivo e social e promover as transformações institucionais, curriculares e pedagógicas, para que a educação seja um processo de formação humana, ética e cultural, bem como um projeto de formação política e emancipatória. Qual seria o currículo e a política educacional que poderia garantir a todas as crianças e jovens a necessária inclusão e o necessário acolhimento na escola? Como organizar as jornadas escolares para garantir o acesso pleno de todas as crianças à escola e, ao mesmo tempo, produzir a qualidade social da permanência nesta instituição escolar? Debate-se, nesta conferência, a tradição excludente das matrizes históricas e pedagógicas vigentes na trajetória da organização escolar. Para o reconhecimento dos novos sujeitos sociais, a criança, a mulher, o índio, o negro, a pessoa deficiente, os idosos, a juventude, a igualdade de gênero, torna-se necessário que a sociedade civil, juntamente com o Estado, promovam uma escola solidária, sustentável, inclusiva e participativa.  

 

 

Bernard Charlot

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Tema: A equação pedagógica fundamental: "Aprender = Atividade intelectual + Sentido + Prazer".

 

Sinopse: Ninguém aprende sem se mobilizar intelectualmente (estudar). Mas por quê e para quê vale a pena estudar, fazer esforço? O que é uma aula "interessante"? É possível aprender quando "não se gosta" da matéria? Como se constrói o desejo de aprender? Além do debate sobre pedagogia tradicional ou construtivista, que se tornou um ritual com poucos efeitos nas salas de aula, a palestra propõe mudar o foco da reflexão para a equação pedagógica fundamental: "Aprender = Atividade intelectual + Sentido + Prazer". Essa questão da relação dos alunos e dos estudantes com o saber e com a escola ou a universidade é desenvolvida com base em pesquisas realizadas em vários países, incluído o Brasil. São apresentadas abordagens pedagógicas, psicanalíticas, sociológicas, antropológicas e didáticas, e os respectivos resultados de pesquisa, com muitos exemplos. 

 

 

Jaqueline Moll

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Tema: Caminhos da Educação Integral no Brasil: direito a outros tempos e espaços educativos.

 

Sinopse: O sonho de uma escola de educação integral, adiado pelo menos duas vezes durante as últimas décadas, é retomado nos dias de hoje, agora com todos os desafios de uma megapopulação matriculada na educação básica em contextos sociais configurados por desigualdades, complexidades e diversidades. A conferência "Caminhos da educação integral no Brasil" propõe e qualifica o debate da educação integral com base em conceitos e teorias de grandes pensadores da educação, tais como Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e Paulo Freire, entre outros; explicita a necessidade de novos pactos entre governo e sociedade para que essa agenda se cumpra, abre espaço para o debate sobre a reorganização cotidiana da escola e apresenta experiências bem-sucedidas de estados e municípios empenhados na tarefa de construir uma Escola de Educação Integral a partir do desafio de repensar a escola pública.

 

 

Gabriel Perissé

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Tema: Pedagogia do Encontro: a humanização na sala de aula.

 

Sinopse: Segundo a Pedadogia do Encontro, que se inspira na Teoria da Criatividade do pensador espanhol Alfonso López Quintás, a sala de aula é o âmbito em que se torna possível o encontro entre docente e alunos, e entre alunos e o conhecimento. Para que o encontro se realize o mais plenamente possível é necessário observar algumas condições, que potencializam os talentos e capacidades humanas, tais como o respeito, a generosidade, a veracidade, a solidariedade, bem como a prática rigorosa do pensamento. Nesta palestra, veremos como a dinâmica do encontro, regida pela lógica da criatividade (ou seja, pela ação criativa do ser humano), torna o aprendizado uma experiência enriquecedora e transformadora.

 

 

Celso Antunes

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Tema: As cinco questões significativas para um ensino eficiente.

 

Sinopse: Após uma reflexão sobre o significado amplo da interrogação como desafio humano para sua aprendizagem, a palestra propõe cinco questões cruciais e busca, com amplos detalhes e exemplos, respondê-las propositivamente. Como ajudar nossos alunos a aprender? Que estratégias usar para facilitar sua aprendizagem significativa? Quais recursos são necessários mobilizar para esse trabalho? Como saber se os alunos efetivamente aprenderam? Como ajudar os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem?

 

 

 

Júlio Furtado

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Tema: A GESTÃO DA SALA DE AULA: construindo caminhos para a aprendizagem significativa.

 

Sinopse: Do professor que ensina ao gestor da sala de aula. A gestão da interação pessoal: a postura apreciativa, o olhar inclusivo e o amor pedagógico. A gestão da Aprendizagem: a crença do professor, a mediação da construção de sentido à compreensão do significado, dos conteúdos às competências e a questão da avaliação  da aprendizagem. A gestão da conduta: a questão do poder, as atitudes docentes e a visão construtiva da disciplina.

 

 

Ordália Almeida

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Tema: Infâncias, Crianças e Marcos Legais: referências para uma educação infantil humanizadora.

Sinopse: O contexto social da contemporaneidade exige a construção de um novo olhar para a educação  das crianças, especialmente daquelas que frequentam as instituições de Educação Infantil. A palestra propõe desencadear reflexões que levem a dimensionar a pluralidade das concepções de infância e de criança. Busca compreender a infânciacomo categoria humana que se diferencia das demais etapas de formação da pessoa. A infância é o singular momento da vida que exige uma educação voltada para compreensão das necessidade e dos desejos das crianças reais. Conceber uma educação humanizadora  leva a buscar novos referenciais teóricos e a apropriar-se de uma visão ampliada dos marcos legais da infância que respaldam o desenvolvimento de processos educativos que induzam a implementação de propostas pedagógicas de qualidade, que respeitem as crianças como sujeitos de direito. A configuração dessa discussão esta baseada no direito da criança à Educação, garantido na Constituição Federal de 1988 - art. 208/IV à aprovação do Marco Legal da Primeira Infância - Lei n. 13.257/2016. Os novos sujeitos sociais, os novos direitos civis, que tem a criança como centralidade, exigem novas concepções e novas práticas de docências sobre a infância.

 

 

Dalmir Sant’Anna

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Tema: Comprometimento como fator de diferenciação nas ações educacionais, dentro da sala de aula e na vida pessoal.

 

Sinopse: Uma das habilidades fundamentais de profissionais dos mais diversos setores está no comprometimento para o desempenho, para o fortalecimento do trabalho eficaz, para o alcance das metas, dos valores e dos objetivos pessoais. Uma palestra em vídeo com um conteúdo funcional, capaz de gerar inúmeras reflexões e resultados positivos nas ações educacionais, dentro da sala de aula e na vida pessoal. O professor e palestrante Dalmir Sant’Anna explora como as três dimensões do comprometimento (afetivo, normativo e instrumental) geram diferenciais para desenvolver alta performance. Um conteúdo atual e transformador para pensar, refletir e inovar nas ações diárias, tornando o comprometimento um relevante fator de diferenciação.

 

 

Renato Casagrande

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Tema: O potencial transformador de um Professor: como superar seus obstáculos interiores.

 

Sinopse: Uma reflexão sobre a identidade do professor contemporâneo, seu papel, seus desafios e seu poder frente a uma sociedade em transformação. Análise das atitudes e ações dos educadores frente a esses desafios propostos e das competências que precisam ser desenvolvidas. Com muita clareza, precisão, bom humor e otimismo, Renato Casagrande bate um papo com os educadores sobre essas questões tendo como pano de fundo três imperativos dos grandes professores da atualidade: propósito, talento e confiança.

 

 

Prof. Dr. Silvio Wonsovicz

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Tema: Ainda há esperanças? O Educar que tece o ponto e o contraponto.

Sinopse: Em épocas de exaltação cabal das tecnologias, com intuitos meramente mercantilistas; em espaços onde a barbárie das relações superficiais são exaltadas e as relações humanas são negligenciadas; nos quais o descaso com o SER torna-se viral e opressivo; nas vivências da ação educativa nas quais o que importa é muitas vezes o menos importante (para todos), podemos perguntar: ainda há esperanças?

Esta é a proposta da palestra Educar tecendo o ponto e contraponto, refletindo sobre a ação e o ‘contrapor’. A expressão “fazer contraponto” é confrontar, opor, por em paralelo, apontar o outro lado, mas  sempre aprendendo a ouvir o outro pelo convencimento reflexivo. Infelizmente este tipo de exercício dialógico tem sido cada vez mais abolido e frequentemente desautorizado. Construir o “espaço privilegiado” na sala de aula no qual o verbo, o versar sobre, o diálogo constitutivo e construtivo leve ao tecer o ponto e o contraponto pode ser a “pedra angular” na busca de novas relações e de ações transformadoras.

 

Eliana Romão

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Tema: Quem Educa o Educador? Considerações para artesania de práticas humanizadoras na sociedade informática.

 

Sinopse: Sobreleva, hoje, a exaltação da sociedade tecnológica. Igualmente se destaca a importância da educação para garantir a formação cultural, ética e estética das novas gerações. No entanto, fica sempre uma pergunta: Quem deveria formar os professores que educarão as crianças e adolescentes do nosso tempo? O que leva alguém a desejar ser professor (a)? Quais seriam as tarefas das escolas de formação de professores para encantar novos docentes para novas infâncias e novos sujeitos de aprendizagem?

 

 

Jane Haddad

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Tema: As possibilidades do Professor e da Escola para lidar com a Inclusão.

Sinopse: Em uma escola aberta às diferenças qual seria a concepção de ensino e de aprendizagem compatível com o "modelo"social da inclusão que, além de acolher as diferenças de gênero, de raça e de etnia, acolhe também as diferenças de condições físicas e mentais, além das dificuldades de aprendizagem? Como pensar e atuar na Educação Inclusiva quando nossa sociedade prima pela eficiência em detrimento da deficiência? Estaríamos diante de uma impossibilidade? Já que considera-se que ser deficiente é não ser "capaz" e, portanto, de não ser "eficaz"? O que é "classificado" como deficiência? E o que entender por "dificuldades"? Esta Conferência visa ampliar o debate sobre as limitações e as possibilidades da atuação dos Educadores frente as práticas educativas inclusivas. Como contemplar a escuta e o olhar para além das deficiências e das dificuldades? Educar para e na diversidade requer começar e recomeçar uma conversa que possibilite um contar e recontar de diversas histórias, abrindo espaço para conversação onde a palavra entra em movimento e ressoa em ação. As limitações do Professor e da Escola para lidar com a Inclusão podem ser superadas e gerar possibilidades novas, desde que cada sujeito se implique em desorientar os discursos das certezas.

“ Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem... O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido”. Rubem Alves

 

Cipriano Luckesi

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Tema: O ser humano, sua educabilidade e o educador.

 

Sinopse: O ser humano é um ser educável, um ser aprendente. Nasce com potencialidades, que necessitarão de cuidados para que se transformem em recursos de vida. As potencialidades se transformam em modos de ser, sentir, pensar e agir, ao mesmo tempo, como motoras, afetivas e cognitivas. Ao longo da existência, através da aprendizagem, cada um construirá para si mesmo múltiplos modos de ser, sentir, pensar e agir e múltiplas soluções. Alguns desses recursos fluirão saudavelmente e outros se manifestarão como impedimentos, dificuldades e impasses, que, novamente, poderão ser transformados, desde que o ser humano tem a caraterística da plasticidade. Então, emerge a necessidade de educadores. Para tanto, há necessidade do educador --- representado pelos pais, pelos parentes, pelos educadores escolares, por religiosos, por profissionais variados ---, que, para exercer o seu papel, necessita ter a capacidade de acolher, nutrir, sustentar e confrontar amorosamente o seu educando.

 

 

Suzana Montauriol

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Tema: Literatura, Crianças e seus Encantos.

 

Sinopse: O desenvolvimento do interesse pela leitura ocorre num processo constante e gradativo. À Escola não cabe somente ensinar as crianças a decodificar símbolos destituídos de significado social, mas sim oferecer, através da literatura, o sonho, a fantasia, o inatingível, a magia, a criação e o encantamento. Assim, a criança, através da história, encontra meios de compreender o universo que a cerca, ampliando suas relações com outros seres humanos e desenvolvendo relações com a função social da leitura e escrita. 

 

(Antropologia da Infância)

Por Suzana Montauriol

Passa um galho de pau movido a borboletas:

Com elas celebro meu órgão de ver.

Inclino a fala para uma oração.

Tem um cheiro de malva esta manhã.

Hão de nascer tomilhos em meus sinos.

(Existe um tom de mim no anteceder?)

Não tenho mecanismos para santo.

palavra que eu uso me inclui nela.

 
Manoel de Barros

 

 

Augusto Nunes

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Tema: Os Direitos Humanos e a Educação: aproximações teóricas e possibilidades práticas.

 

Sinopse: Apresentar as concepções teóricas que definem as expressões "Direitos Humanos e Educação", identificando as correlações existentes entre ambas na área de Ciências Humanas. Explicar o conceito de "direito à educação" como dimensão subjetiva e social no atual contexto sócio-político brasileiro. Destacar a Educação como prática social e processo de subjetivação. Analisar os novos direitos humanos e os novos sujeitos sociais na atual configuração jurídica do Brasil. Analisar os artigos sobre Educação na CF/1988, bem como apresentar os principais desdobramentos práticos das Leis 13.005/2014 (Plano Nacional de Educação) e 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência).

 

 

Marta Relvas

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Tema: Neurociência aplicada ao aprendizado escolar - bases neurocientíficas no processo da aprendizagem cognitiva, emocional, social e a escola.

 

Sinopse: A Neurobiologia da função cerebral e a formação do cérebro e da mente humana. Aprendizagem e a plasticidade neural. Como o cérebro aprende e guarda saberes? Educação emocional e cognitiva no processo da aprendizagem escolar. A influência da afetividade no processo da aprendizagem cognitiva e a relação de confiança, a autoestima como alicerce na formação integral da aprendizagem.

 

 

Francisco Cordão

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Tema: Metodologias para o desenvolvimento de Projetos Pedagógicos Culturais comprometidos com a constituição de Competências Profissionais.

 

Sinopse: A Educação requerida neste século tem alterado o foco do trabalho escolar, subordinando a atividade de ensino aos resultados de aprendizagem. Para tanto, é exigência fundamental orientar as atividades de ensino pelo compromisso com a mediação da efetiva aprendizagem, para promover o pleno desenvolvimento pessoal dos estudantes, objetivando seu preparo para a cidadania e sua qualificação para o mundo do trabalho. Essa orientação conduz os educadores à utilização intencional de novas metodologias de ensino, bem como diferentes estratégias e materiais de apoio às atividades pedagógicas, com a finalidade de desenvolver hábitos de colaboração, solidariedade e trabalho em equipe, no âmbito da comunidade escolar, em atividades diversificadas.

Os educadores devem aprender a lidar com a diversidade existente entre os estudantes, dela tirando proveito para suas aprendizagens pessoais e coletivas, bem como incentivar atividades de enriquecimento cultural dos mesmos, elaborando e executando projetos diversificados para desenvolver os conteúdos curriculares e constitui competências profissionais. Isto significa dizer que, ao aprender, os estudantes devem aprender a aprender, para continuar aprendendo ao longo da vida, num ambiente no qual a pessoa deve estar preparada para atuar num mundo do trabalho cada vem mais complexo e exigente.

A complexidade, como nos ensina Edgar Morin, é uma das grandes marcas deste século. Para enfrentar a dinâmica desse movimento de permanente e crescente de complexificação das relações sociais e produtivas, é essencial o desenvolvimento cognitivo e operativo de um conjunto de competências profissionais, em termos de construção de esquemas mentais para a mobilização, articulação e integração de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores, necessários para atuar com eficiência e eficácia em situações sociais e de trabalho, fazendo frente tanto a problemas rotineiros quanto inusitados.

 

 

Alexandre Ventura

 

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Tema: Autoavaliação como modo de empoderamento das escolas e das comunidades.

 

Sinopse: A autoavaliação das escolas é uma modalidade de avaliação que, se for usada na perspectiva da avaliação democrática, contribuirá para o empoderamento da escola e da comunidade, aprofundando o auto-conhecimento das suas práticas e dos respectivos impactos. As escolas, docentes e comunidades que se conheçam melhor, estão mais preparadas para tomar decisões mais informadas, contrastadas e racionais sobre o seu presente e o seu futuro. Para além disso, serão proactivamente mais transparentes sobre a qualidade do que fazem e sobre os respectivos efeitos. A transparência é uma característica fundamental de uma sociedade mais democrática e mais justa. A escola tem a responsabilidade de dar o exemplo.

 

 

Isabel Parolin

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Tema: A relação entre a Família, a Escola e a Aprendizagem. 

 

Sinopse: Trabalhar a complexidade da sociedade e da escola; demonstrar que a família é parceira e precisa ser envolvida, sem que a escola perca a dimensão de sua tarefa social, que é ensinar e provocar aprendizagens, assim como a família tem o dever de entender  que a escola é parceira da missão de preparar o sujeito cidadão.

 

 

Simone Machado

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Tema: Autoconhecimento, Liderança e Empoderamento na Educação com o Método 8 Cs.

 

Sinopse: Diante do cenário atual, muitas pessoas não estão se permitindo sonhar e talvez nunca tenham refletido sobre algumas questões, como: "Quem sou eu? Quem eu desejo ser? Quais são os meus sonhos? O que eu realizo com mais facilidade do que as outras pessoas? Quais são meus talentos? O que me faz ser uma pessoa única? Como eu aprendo? ".

As relações interpessoais estão fragilizadas por diversos fatores e o processo de ensino e de aprendizagem encontra-se, quase sempre, comprometido. Quem ensina deve também aprender e quem aprende deve ser capaz de ensinar. Já tive aulas inesquecíveis de professores, de alunos e de crianças....

Gestores, professores e alunos pouco se conhecem e não possuem clareza dos seus talentos, habilidades, pontos fortes, valores e ideais. Através do processo de desenvolvimento humano, de ensino, de aprendizagem e também pela busca do autoconhecimento, desenvolvimento da liderança e do empoderamento com o Método 8 Cs é possível uma Educação mais Humanizada.

 

 

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